Biografia
Uma das grandes damas do teatro, no primeiro terço do século XX, coetânea de Margarita Xirgu e Rosario Pino. Hija dos atores Concepción González e Manuel Díaz de la Haza e irmã do ator Manuel Díaz González. Foi formado na Companhia de María Guerrero e Fernando Díaz de Mendoza, com a que estreia entre outras La dama de armiño (1922), de Luis Fernández Ardavín e El abanico de Lady Windermere(1920), de Oscar Wilde. Comenzó a destacar a partir de 1924, quando estrenó Lecciones de buen amor, de Jacinto Benavente e interpreta El genio alegre de los Hermanos Álvarez Quintero. Um ano mais tarde, esses autores confiaram nela para o estreno de La boda de Quinita Flores. Formei companhia própria com seu marido, Santiago Artigas, e estreno, entre outras, obras de Eduardo Marquina (Fruto bendito, 1927), o de Manuel y Antonio Machado (Juan de Mañara, 1927), assim como obras de autores estrangeiros, como Casa de Muñecas (1929), de Ibsen y Atrévete, Susana (1929), de Ladislas Fodor. Iniciado na década de 1930, é profissionalmente dedicado a Manuel Collado, destacando-se por encima de qualquer outra interpretação, o estreno de Bodas de sangre, de Federico García Lorca, na que também participou Amelia de la Torre. Pode-se mencionar também os estrenos de Nuestra Natacha(1935) e Prohibido suicidarse en primavera (1937), ambos de Alejandro Casona. No início da Guerra Civil Espanhola, foi trasladada para a América do Sul, onde realizou uma gira que se prolongou até 1939. Toda a América, em 1951, foi designada professora da Escola de Arte Dramática de Montevidéu, data em que permaneceu até 1954. regreso a España, a instancias de José Tamayo estrena no país La muerte de un viajante (1952), de Arthur Miller e posteriormente continuou atuando de maneira esporádica até a década de 1970 com obras como El jardín de los cerezos (1960), de Chejov, com direção de José Luis Alonso, La calumnia (1961), de Lillian Hellman, Carmelo (1964), de Juan José Alonso Millán oLigazón (1966), de Valle-Inclán. Su paso pelo cine é efímero, e se reduz a poucos títulos, destacando: Un bandido en la sierra(1927), de Eusebio Fernández Ardavín, junto a Santiago Artigas, Manuel Dicenta y Emilio Mesejo;Un trono para Cristy (1960), de Luis César Amadori; La prima Angélica (1974) e Cría cuervos(1976), ambas de Carlos Saura.